Prémio Fernão Mendes Pinto 2026 recebe candidaturas até 31 de julho

A Associação das Universidades de Língua Portuguesa anunciou a abertura das candidaturas para o Prémio Fernão Mendes Pinto 2026, iniciativa que reconhece dissertações de mestrado e teses de doutoramento que contribuam para a aproximação entre as comunidades de língua portuguesa. Realizado em parceria com a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, o prêmio tem como objetivo valorizar pesquisas acadêmicas que promovam o diálogo, a cooperação e o intercâmbio entre países lusófonos, exigindo que os trabalhos evidenciem relações entre, pelo menos, duas dessas comunidades. Podem concorrer dissertações escritas em língua portuguesa e defendidas no ano civil imediatamente anterior ao da candidatura. As propostas devem ser submetidas por instituições de ensino superior ou centros de investigação membros da AULP, com situação regular junto à associação. O prêmio tem o valor de 8.000 euros, concedido ao autor do trabalho selecionado. A publicação digital da obra premiada fica sob responsabilidade do Instituto Camões, reforçando a difusão do conhecimento produzido no espaço lusófono. Processo de seleção A avaliação será conduzida por um júri composto por professores de diferentes áreas e provenientes de instituições de vários países. A decisão será tomada por maioria, sem possibilidade de recurso, e não haverá premiações ex aequo. O júri também poderá optar por não atribuir o prêmio, caso considere que as candidaturas não atendem ao nível de excelência esperado. Requisitos para candidatura Cada proposta deve incluir: Os trabalhos premiados passarão a integrar um repositório digital, ampliando o acesso público à produção científica. Prazo e informações As candidaturas para a edição de 2026 devem ser submetidas até 31 de julho de 2026. Mais informações e acesso ao edital completo estão disponíveis no site oficial da AULP.
UFPA se destaca em maior competição de Direito Internacional

A Universidade Federal do Pará (UFPA) obteve destaque na Philip C. Jessup International Law Moot Court Competition, considerada a maior competição de Direito Internacional do mundo. O estudante Hector Marinho, do 9º semestre, ficou entre os 100 melhores oradores em uma edição que reuniu mais de 500 universidades de mais de 100 países. O resultado ocorreu após a participação da UFPA nas rodadas internacionais, alcançada pela primeira vez por uma equipe da região Norte. A presença nessa etapa ampliou a inserção da universidade na competição e, agora, o desempenho individual reforça esse processo. A Jessup reúne instituições de diferentes países, incluindo universidades como a Universidade de Oxford e a Universidade Harvard. Nesse contexto, a equipe da UFPA enfrentou times de todos os continentes, com representantes da América, Europa, África e Ásia. A maioria dessas equipes pertence a universidades privadas de elite. Em geral, seus estudantes aprendem inglês, idioma da competição, desde cedo, em escolas bilíngues, e realizam intercâmbios em países de língua inglesa. Além disso, contam com mais recursos financeiros, o que facilita a preparação e a participação na etapa realizada em Washington. Ainda assim, a equipe da UFPA apresentou um resultado relevante. O grupo também se destaca pela composição, formada majoritariamente por mulheres e por estudantes de diferentes contextos socioeconômicos. Para os estudantes, a experiência foi marcada pelo contato com diferentes abordagens do Direito e pela troca com participantes de outros países. “Foi fascinante observar a pluralidade de abordagens e metodologias jurídicas empregadas por diferentes delegações, bem como as nuances na forma de argumentar e apresentar seus casos. Essa imersão em um ambiente tão cosmopolita permitiu não apenas a troca de conhecimentos técnicos, mas também um enriquecimento cultural e social inestimável”. Eles também avaliam o impacto da participação para a universidade. “A participação da equipe na competição é fundamental para consolidar a Universidade Federal do Pará como um polo de excelência em direito internacional e no campo jurídico em geral. Demonstra o potencial da instituição em se tornar uma referência nacional na produção de conhecimento qualificado e no fomento de discussões relevantes sobre o direito, como já tem se mostrado nos últimos anos.”
Prointer/UFPA amplia conexões globais e avança em parceria estratégica com o Reino Unido

A Universidade Federal do Pará (UFPA) deu um passo estratégico no fortalecimento de sua internacionalização ao oficializar a assinatura de uma Carta de Intenções com a University of Birmingham. O acordo foi negociado pela Pró-Reitoria de Relações Internacionais (Prointer) durante a visita do professor Ângelo Martins Junior, co-diretor do Brazil Institute University of Birmingham, à UFPA, momento em que foram discutidos as possibilidades de aprofundamento da cooperação entre as instituições. O documento consolida e projeta para uma nova fase um histórico já existente de colaboração entre a UFPA e a University of Birmingham, marcado por iniciativas acadêmicas e institucionais desenvolvidas ao longo dos últimos anos. A Carta de Intenções, portanto, formaliza o interesse mútuo em fortalecer e ampliar essas conexões, com foco na construção de ações estruturantes e de maior impacto. No momento da assinatura, realizada como parte dos festejos dos 17 anos da Prointer, o professor Ângelo Martins Jrunior destacou o potencial estratégico da parceria com a UFPA, especialmente pela centralidade da Amazônia nos debates globais contemporâneos e pela capacidade da Universidade de articular conhecimento científico com realidades territoriais complexas. O Brazil Institute University of Birmingham atua como uma plataforma interdisciplinar voltada ao fortalecimento das relações acadêmicas com o Brasil, promovendo pesquisa, intercâmbio e diálogo entre universidade, setor público e sociedade. A Carta de Intenções abre caminho para iniciativas como o intercâmbio de estudantes, docentes e pesquisadores, o desenvolvimento de projetos colaborativos, a publicação em coautoria e a participação conjunta em programas internacionais, a exemplo do CAPES Global. Com esse movimento, a UFPA reafirma sua posição como um polo estratégico de internacionalização na Amazônia, fortalecendo sua inserção em redes acadêmicas globais e ampliando sua capacidade de contribuir para os grandes desafios contemporâneos a partir de uma perspectiva situada e conectada ao mundo.
UFPA amplia internacionalização com captação de recursos do CAPES Global

A Universidade Federal do Pará (UFPA) fortalece sua estratégia de internacionalização ao garantir financiamento no âmbito do CAPES Global, com o projeto Rede Amazônia Global destacando-se nacionalmente. A iniciativa assegura recursos essenciais para ampliar a cooperação científica internacional e impulsionar a inserção global da produção acadêmica da instituição. O investimento viabiliza uma série de ações estruturantes, incluindo mobilidade acadêmica, formação de redes de pesquisa e fortalecimento de programas de pós-graduação, consolidando a UFPA como protagonista na agenda científica internacional voltada à região amazônica.O financiamento obtido permitirá a implementação de atividades estratégicas que ampliam o alcance internacional da Universidade. Entre os principais eixos contemplados estão o apoio à mobilidade de docentes e discentes, a realização de missões acadêmicas e o desenvolvimento de projetos colaborativos com instituições estrangeiras. Mais do que ações pontuais, o CAPES Global possibilita o fortalecimento estrutural da internacionalização na UFPA. O projeto amplia a capacidade institucional de articulação com centros de excelência no exterior, ao mesmo tempo em que qualifica a formação acadêmica e científica oferecida pela Universidade. A vice-reitora Loiane Prado salientou a importância desse momento para as áreas dos grupos de pesquisa da UFPA, ressaltando o esforço coletivo que se tem por parte da universidade para facilitar o acesso a outros países. Destaca também a magnitude dessa política proposta pelo governo atual, investindo um recurso expressivo para o avanço da educação, e complementa: “É um momento histórico e de comemorar e também, de planejamento para açoẽs concretas para o início de implementação do projeto” A captação de recursos no CAPES Global reafirma o compromisso da UFPA com a internacionalização da ciência amazônica, ampliando sua capacidade de articulação global e consolidando sua atuação em redes internacionais de pesquisa.
UFPA é contemplada com duas cátedras para cooperação científica franco-brasileira

A Universidade Federal do Pará (UFPA) teve dois projetos aprovados na seleção da Cátedra do Centro Franco-Brasileiro da Biodiversidade Amazônica (CFBBA), divulgada pela Embaixada da França no Brasil, no dia 17 de março de 2026. O acordo foi consolidado através de negociação entre a UFPA e a Embaixada da França no Brasil, com o intermédio da Prointer – que irá apoiar os pesquisadores durante o processo de mobilidade em consonância com o edital. A iniciativa integra uma cooperação entre Brasil e França voltada à pesquisa, formação acadêmica e intercâmbio entre instituições, incluindo universidades amazônicas (UFPA, UFAM, UNIFAP, UFRR). O programa prevê a mobilidade de pesquisadores e a atuação em temas estratégicos, como biodiversidade, mudanças climáticas, saberes tradicionais, saúde e alimentação, e também bioeconomia. Com o tema “Building an Intraspecific Trait Database for Amazonian Freshwater Fishes”, um dos projetos é coordenado pelo professor Luciano Montag, que está ligado ao Programa de Pós-Graduação em Ecologia (PPGECO) e ao Centro Integrado da Sociobiodiversidade Amazônica (CISAM), em parceria com o Centre de Recherche sur la Biodiversité et l’Environnement (CRBE), de Toulouse, na França. O outro projeto, intitulado por “Mathematical Model of Forest management under Climate Change: Application to the Amazon Forest”, é coordenado pelo professor João Marcelo Brazão Protázio, em cooperação com a Universidade da Guiana, ampliando a formação de estudantes e a cooperação internacional. No geral, a articulação da UFPA juntamente ao CISAM consolida a universidade como um dos principais centros de pesquisa sobre a Amazônia e marca uma nova etapa da colaboração científica entre Brasil e França. Sobre a CFBBA O Centro Franco-Brasileiro da Biodiversidade Amazônica (CFBBA) é uma iniciativa voltada ao fortalecimento da cooperação científica entre Brasil e França no estudo e na preservação da biodiversidade amazônica, com atenção especial à integração entre a Guiana Francesa e estados do Norte brasileiro. Criado em 2024 pelos presidentes Emmanuel Macron e Luiz Inácio Lula da Silva, o Centro busca ampliar esforços conjuntos de pesquisa e conservação na região, reunindo universidades, institutos e agências dos dois países. A estrutura do CFBBA inclui uma gestão binacional, liderada por Henrique Pereira e Gilles Kleitz, além de conselhos institucionais e científicos com participação equilibrada de pesquisadores franceses e brasileiros. Entre seus principais objetivos estão incentivar pesquisas sobre a biodiversidade, promover intercâmbios acadêmicos e fortalecer o diálogo com povos indígenas e comunidades tradicionais. Suas áreas de atuação abrangem temas como mudanças climáticas, saúde, bioeconomia e conservação ambiental.
UFPA realizará recepção de estudantes internacionais para o início do semestre

A Universidade Federal do Pará (UFPA), por meio da Pró-Reitoria de Relações Internacionais (Prointer) e do Centro de Internacionalização, realizará, no dia 1º de abril, a recepção oficial aos estudantes internacionais que iniciarão suas atividades acadêmicas na instituição. Promovido anualmente, o evento terá como principal objetivo acolher os discentes estrangeiros e contribuir para uma adaptação mais fluida à vida universitária. A iniciativa integrará as ações de mobilidade acadêmica internacional coordenadas pela Prointer e reforçará o compromisso da UFPA com a internacionalização do ensino, da pesquisa e da extensão. A programação ocorrerá no edifício H1, das 9h às 18h, reunindo momentos institucionais, orientações acadêmicas e atividades culturais. A abertura contará com a presença do reitor da UFPA, Gilmar Pereira, da vice-reitora, Loiane Prado, e da pró-reitora de Relações Internacionais, Lise Tupiassu, que darão as boas-vindas aos estudantes e destacarão a importância da presença internacional na universidade. Ao longo do dia, os participantes terão acesso a informações fundamentais sobre a estrutura acadêmica da UFPA, serviços de apoio ao estudante, regularização documental, além de orientações práticas para o cotidiano universitário. Esses momentos serão essenciais para garantir que os estudantes internacionais se sintam seguros e preparados para vivenciar plenamente a experiência acadêmica no Brasil. Além dos encaminhamentos institucionais, a programação também valorizará a dimensão cultural da internacionalização. O encerramento contará com uma atividade cultural, promovendo o contato dos estudantes com a cultura paraense, fortalecendo o intercâmbio de experiências e saberes entre diferentes países. A recepção institucional representará um momento estratégico para a construção de vínculos entre os estudantes internacionais e a comunidade acadêmica da UFPA, contribuindo para um ambiente mais diverso, inclusivo e global.
A visita internacional fortalece cooperação acadêmica na UFPA

A Universidade Federal do Pará (UFPA) recebeu, entre os dias 02 e 06 de março de 2026, a Profa. Maia Milena Acuña, docente da Universidad Nacional del Nordeste (UNNE), no âmbito do Programa ESCALA Docente, iniciativa da Asociación de Universidades Grupo Montevideo (AUGM). A atividade integra as ações de mobilidade acadêmica promovidas pela Pró-Reitoria de Relações Internacionais da UFPA (Prointer), reforçando o compromisso institucional com a internacionalização e o fortalecimento de redes de cooperação científica. O Programa ESCALA Docente, da AUGM, destaca-se como uma importante iniciativa para o intercâmbio de docentes entre universidades da América Latina, contribuindo para a qualificação acadêmica e o desenvolvimento conjunto de pesquisas. A visita integrou uma agenda de internacionalização estruturada pela Prointer/UFPA. Durante a semana de atividades, a professora visitante participou de encontros acadêmicos e visitas técnicas junto ao Laboratório de Soluções Educacionais (LSE), vinculado à UFPA. A programação incluiu momentos de apresentação de pesquisas e projetos de extensão, favorecendo o intercâmbio de experiências e a identificação de possibilidades de cooperação entre as instituições. A agenda também contou com uma palestra aberta à comunidade acadêmica, realizada no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH/UFPA), além de reuniões com grupos de pesquisa interessados na consolidação de parcerias acadêmicas. Como parte das ações de mobilidade, foram realizadas visitas técnicas à Escola de Aplicação da UFPA, à Usina da Paz da Terra Firme e a escolas ribeirinhas do município de Belém, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação de Belém (SEMEC). As atividades possibilitaram o diálogo sobre práticas educacionais, políticas públicas e experiências de educação do campo, promovendo a troca de perspectivas entre a realidade amazônica e a educação rural na Argentina. A programação integrou ainda atividades culturais, como a visita ao Museu Paraense Emílio Goeldi, ampliando o contato com a história, a cultura indígena e a diversidade sociocultural da Amazônia. A Prointer/UFPA reforça que novas chamadas para o Programa ESCALA Docente, da AUGM, serão divulgadas em breve, ampliando oportunidades de mobilidade internacional para a comunidade acadêmica.
Alunos da UFPA são classificados para a fase internacional da maior competição de simulação jurídica do mundo

Alunos do curso de Direito da UFPA se classificaram para as rodadas internacionais da Philip C. Jessup International Law Moot Court Competition, a maior competição de simulação jurídica do mundo, que será realizada entre os dias 28 de março e 4 de abril, em Washington, DC, nos Estados Unidos. Os estudantes garantiram a vaga para a fase internacional da competição após vencerem as etapas nacionais nas quais tiveram que competir com representantes de universidades de todo o país. A simulação ocorre inteiramente em inglês e os estudantes devem estudar e defender casos fictícios no âmbito internacional, representando os Estados perante a Corte Internacional de Justiça da Organização das Nações Unidas (ONU). Os casos são selecionados pela Jessup levando em consideração os recorrentes temas da agenda global. Na edição deste ano, o caso envolve questões como a mineração de minerais raros, consulta prévia aos povos indígenas e a atuação de empresas estatais em atividades comerciais. A equipe da UFPA se consolidou como a primeira da região norte a ocupar a vaga de representante do Brasil na fase internacional em 20 anos da participação brasileira na competição. Os integrantes da equipe contaram com um longo processo de preparação até a fase nacional, que ocorreu em São Paulo, com aulas ministradas em inglês através do Núcleo de Moot Courts da UFPA – projeto de extensão vinculado ao Instituto de Ciências Jurídicas – que abordavam os aspectos do direito internacional, com pesquisas aprofundadas sobre casos que envolvam a área do direito internacional. A discente Dalila Tagore, do 4° período do curso de Direito da UFPA e uma das integrantes da equipe Jessup UFPA, conta que todo o processo foi uma experiência de aprendizagem e destaca a importância de se trabalhar as temáticas relacionadas ao Direito Internacional. “Retornar para Belém com a notícia de que a gente se classificou para as fases internacionais é muito gratificante, e é por isso que a gente precisa de mais apoio, de mais investimento em iniciativas como essa, que trabalhem o Direito Internacional, uma vez que o atual cenário do Direito Internacional é muito delicado. Nós temos intensos conflitos geopolíticos, a crise do multilateralismo, a descrença nas organizações internacionais; então é extremamente necessário que os estudantes possam dialogar, que eles tenham espaço para criticar, para discutir e para promover novas ideias”, relata a estudante. A equipe da Jessup UFPA que irá representar a universidade na fase internacional é composta pelos oradores Bárbara Santos, Dalila Tagore, Giovana Camelo, Hector Marinho e Nicolas Carvalho. Além deles, Ananda Chedieck, Isabelle Oliveira e Maria Luiza Weyl integram a equipe como coaches e a professora Mariana de Matos será responsável pela orientação docente do grupo durante o evento. Podemos citar que o professor Rodrigo Céspedes também integra a equipe como orientador. A conquista representa um marco histórico para a academia e para a educação superior pública da região amazônica. Segundo Dalila, essa é uma evidência da qualificação dos estudantes de universidades federais. “A gente precisa desse fortalecimento da comunidade internacional, então é por isso que é extremamente importante esse marco histórico que a nossa equipe conseguiu realizar e isso representa o potencial que os estudantes da universidade federal têm. Muitas vezes o que a gente precisa é de um investimento na educação, é um apoio, para que nós possamos, como estudantes da região amazônica, alcançar esses espaços”, salienta Dalila. A equipe da Jessup UFPA segue com os preparativos para representar a UFPA e a região amazônica brasileira na fase internacional da competição. Entretanto, o deslocamento até o local do evento depende de recursos financeiros. Para isso, a equipe está com uma vaquinha virtual aberta para angariar esses recursos e então consolidar a presença nos EUA. Você pode doar clicando aqui, ou por meio da chave pix 031.988.422-80, em nome de Giovana Camelo do Nascimento.
Inscrições abertas para mestrado em STEM no Reino Unido voltado a mulheres brasileiras
A Pró-Reitoria de Relações Internacionais da UFPA informa que estão abertas as candidaturas para 5 bolsas de estudo integrais voltadas ao programa de Mestrado em áreas de STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) para mulheres brasileiras. A chamada é promovida pelo British Council e integra a iniciativa Women in STEM, que busca fortalecer e ampliar a presença feminina nos campos científicos e tecnológicos. Cada bolsa tem valor mínimo de £40.000 (cerca de R$ 288 mil) incluindo: Como se candidatar? As candidaturas devem ser feitas diretamente pelo site da University of Warwick, que oferece mais de 20 opções de cursos de mestrado vinculados ao programa. Prazo final para inscrições: até 12 de abril de 2026. Informações adicionais estão disponíveis aqui
Fundação Carolina abre inscrições de bolsas de mobilidade para pesquisadores e docentes na Espanha

A Pró-Reitoria de Relações Internacionais da UFPA (PROINTER) informa que a Fundação Carolina está com inscrições abertas para dois novos editais de mobilidade acadêmica na Espanha, voltados para o período letivo de 2026–2027. As oportunidades contemplam desde estudantes de doutorado em fase de pesquisa até docentes com título de pós-doutorado. Confira abaixo os detalhes das duas chamadas disponíveis: 1. Mobilidade de Professorado das Universidades do Grupo Tordesilhas (Edital 6520) Esta chamada é específica para cooperação entre universidades que fazem parte do Grupo Tordesilhas (uma rede que inclui diversas universidades brasileiras, portuguesas e espanholas). Público-alvo: Professores doutores (pós-doutorado) vinculados a universidades brasileiras ou portuguesas integrantes do Grupo Tordesilhas. Objetivo: Realizar estadias curtas de pesquisa em universidades espanholas que também pertençam ao grupo. Duração: De 1 a 3 meses, entre 1º de setembro de 2026 e 31 de julho de 2027. Benefícios: Principais Requisitos: Prazo e inscrição: O candidato deve enviar a documentação para o e-mail gtordesillas.secretaria@uva.es até o dia 23 de março de 2026. O Grupo Tordesilhas é quem faz o registro da candidatura no sistema. 2. Mobilidade de Professorado Brasil-Espanha (Edital 6524) Esta chamada é fruto de uma colaboração direta da Fundación Carolina com a Universidad de Cádiz e a Universidad de Sevilla. Público-alvo: Professores universitários, pesquisadores e estudantes de doutorado em fase de pesquisa, de nacionalidade brasileira. Objetivo: Completar formação, atualizar conhecimentos ou estabelecer laços com equipes de pesquisa na Espanha. Duração: De 1 a 3 meses, entre 7 de janeiro de 2027 e 31 de julho de 2027. Benefícios: Principais Requisitos: Prazo e Inscrição: A inscrição deve ser feita pelo candidato diretamente no portal da Fundación Carolina até o dia 09 de abril de 2026. Para mais informações sobre as duas oportunidades e para a realização das inscrições, acesse o site da Fundação Carolina – https://www.fundacioncarolina.es/. registrado em: Oportunidades