UFPA abre seleção para bolsista de Língua Espanhola no IsF

A Pró-Reitoria de Relações Internacionais (Prointer) da Universidade Federal do Pará (UFPA) publicou o Edital Prointer nº 8/2026, que regulamenta o processo seletivo simplificado para Aluno(a)-Professor(a)-Bolsista de Língua Espanhola. A seleção é destinada à atuação no Núcleo de Línguas (NucLi) da Rede Andifes Idiomas sem Fronteiras (IsF) e nas demais atividades linguísticas de internacionalização da Universidade. O edital oferece uma vaga imediata, além da formação de cadastro de reserva. O valor mensal da bolsa é de R$ 1.000, com carga horária mínima de 12 horas semanais, sendo oito horas destinadas à regência de cursos de Língua Espanhola e quatro horas para formação, preparação, organização e demais atividades relacionadas à atuação. As atividades poderão envolver cursos presenciais, remotos ou híbridos, conforme o planejamento institucional. Entre as atribuições estão o ensino de Língua Espanhola, elaboração e adaptação de materiais didáticos, acompanhamento de estudantes, reuniões e formações pedagógicas, além do apoio a oficinas, clubes de conversação, preparação linguística e intercultural para mobilidade e ações de acolhimento e internacionalização. Podem se candidatar estudantes regularmente matriculados na UFPA que sejam estudantes de graduação em Licenciatura em Letras – Língua Espanhola ou habilitação equivalente, ou estudantes de pós-graduação da Universidade que possuam graduação em Letras – Língua Espanhola ou habilitação equivalente. É necessário comprovar proficiência mínima de nível B2 em Língua Espanhola, além de disponibilidade para cumprir a carga horária prevista no edital. O processo seletivo será composto por análise documental e curricular, microaula em Língua Espanhola e entrevista em Língua Espanhola. A microaula terá duração de 15 a 20 minutos e poderá ocorrer presencialmente ou por videoconferência. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas de 8 a 24 de setembro de 2026, exclusivamente por formulário eletrônico. A microaula e a entrevista estão previstas para 29 de setembro, e o resultado final após recursos será divulgado em 29 de setembro. Serviço Edital: Prointer nº 8/2026Vaga: 1 vaga imediata + cadastro de reservaÁrea: Língua EspanholaBolsa: R$ 1.000 mensaisCarga horária: 12 horas semanaisPúblico: Estudantes da UFPA, conforme os requisitos do editalInscrições: 8 a 24 de setembro de 2026 Acesse aqui o Edital Prointer nº 8/2026. Acesse aqui a Retificação do Edital Prointer nº 8/2026. Acesse aqui o Resultado Final Edital Prointer nº 8/2026.

UFPA apresenta estudo sobre sistemas alimentares em evento internacional

Pesquisador e estudantes da Universidade Federal do Pará (UFPA) participaram, entre os dias 24 e 27 de setembro de 2026, do 40ª Terra Madre Salone Del Gusto, em Turim, na Itália. O evento organizado pela Rede Internacional Slow Food é reconhecido por ser uma das maiores iniciativas que reúnem representantes de diferentes países para debater o futuro dos sistemas alimentares no mundo. O docente Flávio Barros e as pós-graduandas Jacirene Queiroz e Isys Heringer, do Programa de Pós-Graduação em Agriculturas Amazônicas (PPGAA), da UFPA, receberam o convite da Slow Food para representar a Amazônia com outros participantes da comunidade Slow Food Pará. A temática principal deste ano foi  “Biodiversidade – ser diversidade”. O evento reuniu comunidades de 125 países em um espaço de diálogo, troca de conhecimentos e formação de alianças que visam a um caminho sustentável, diverso, que valorize e preserve os saberes tradicionais. No encontro, a doutoranda Jacirene Queiroz apresentou a pesquisa que vem desenvolvendo sobre a cozinha paraense, que investiga as culturas alimentares no território paraense. O estudo parte do pressuposto de que é comum associar pratos como tacacá, maniçoba e pato no tucupi como principais símbolos da culinária paraense. Entretanto, de acordo com o estudo, a culinária do Pará é diversa e abrange uma variedade de pratos, saberes e técnicas de diferentes comunidades. Por outro lado, Isys Heringer compartilhou o tema da pesquisa que desenvolve no mestrado. Ela investiga as práticas alimentares da Comunidade quilombola Aracuã do Meio na sua relação com a tradicional Festa de São João, na região do Trombetas, no oeste do Pará. Ambos os trabalhos desenvolvidos pelas pós-graduandas reforçam e destacam o importante papel das comunidades tradicionais da Amazônia como guardiãs da sociobiodiversidade, que abrange importantes produtos que compõem o patrimônio alimentar da Amazônia paraense. “É importante destacar que a participação num evento desta magnitude abre janela para muitas aprendizagens em torno da economia criativa, da valorização e inserção dos nossos produtos da sociobiodiversidade amazônica em mercados e como nossas ações de pesquisa podem ser úteis de forma aplicada de modo a valorizar conceitos como participação e inclusão, além de geração de renda e turismo de experiência”, ressalta Flávio Barros, pesquisador do Instituto Amazônico de Agriculturas Familiares (Ineaf) sobre a importância do evento. Workshop de degustação, oficinas, tour e atrações culturais estavam entre as atividades previstas na programação. No Festival Biomas do Brasil, uma das grandes atrações do Terra Madre, as estudantes, junto ao professor Flávio Barros, prepararam dois pratos. O prato principal foi um nhoque de banana-da-terra, servido no molho de tucupi ao vinho branco, acompanhado de pirarucu salgado confitado e finalizado com pesto de rúcula. A castanha-do-pará foi o destaque na sobremesa produzida durante o evento, uma empada em que a massa foi feita de castanha e o recheio foi geleia de cupuaçu, finalizada com lascas de castanha-do-pará torrada e nibs de cacau. A participação do pesquisador e das estudantes contou com o apoio do Programa CAPES-Global.edu, executado na UFPA pela Pró-Reitoria de Relações Internacionais (Prointer) e pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propesp). A participação da equipe envolveu, ainda, uma visita técnica à Università di Scienze Gastronomiche di Pollenzo para articular parcerias e cooperações em torno dos temas da cultura alimentar, agricultura familiar e gastronomia sustentável. Esta reportagem foi publicada originalmente no Portal da Andifes. Acesse-a neste link. Texto: Elizabete de Jesus (Ascom/UFPA) Foto: Divulgação

Escola Imersiva Internacional reúne estudantes do Brasil, da França e da Guiana Francesa para debater sociobioeconomia pan-amazônica

A Universidade Federal do Pará (UFPA) iniciou as atividades da Escola Imersiva Internacional em Sociobioeconomia, iniciativa de formação e cooperação universitária transfronteiriça que reúne 18 participantes, entre estudantes e pesquisadores do Brasil, da França e da Guiana Francesa. O grupo é formado por sete estudantes da Université Paris-Est Créteil (UPEC), três da Université de Guyane, três da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) e três da UFPA. Entre os participantes da Universidade, está uma estudante do Campus Universitário de Altamira, mestranda do Núcleo de Meio Ambiente (Numa). Concebida como espaço de diálogo e aprendizagem recíproca, a iniciativa aproxima conhecimentos acadêmicos e científicos das experiências territoriais, tradicionais e comunitárias da Amazônia. A ação é desenvolvida em parceria com instituições francesas, com financiamento e apoio da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), da Expertise France e do Programa Amabio, além do apoio institucional da Embaixada da França no Brasil e da Maison France UFPA, instalada no Campus Guamá. A programação tem caráter interdisciplinar e está organizada em duas etapas, nos municípios de Belém e Santarém. Na capital paraense, os participantes realizaram atividades no centro histórico, no Mercado do Ver-o-Peso, na Galeria de Arte da UFPA e no Conjunto dos Mercedários. O roteiro inclui, ainda, atividades nas ilhas do entorno de Belém. Em Santarém, a Universidade Federal do Oeste do Pará articula visitas a cooperativas locais, projetos socioambientais e comunidades da região do oeste do Pará. O reitor da UFPA, Gilmar Pereira da Silva, destacou a importância da iniciativa para a formação acadêmica e para a aproximação entre diferentes conhecimentos sobre a Amazônia. “A acolhida desses estudantes reafirma o compromisso da UFPA em pensar a sociobioeconomia de dentro da Amazônia, promovendo uma ciência integrada com as comunidades e com o território. Receber jovens pesquisadores franceses, guianenses e brasileiros fortalece laços históricos e amplia as possibilidades de cooperação científica”, afirmou. A iniciativa integra as ações da Pró-Reitoria de Relações Internacionais (Prointer) da UFPA e contribui para ampliar a cooperação acadêmica e científica internacional da Universidade. A ação também está relacionada ao Programa CAPES Global.edu, que busca fortalecer redes internacionais de pesquisa voltadas a desafios científicos, sociais e ambientais contemporâneos. Internacionalização e cooperação científica – A Escola Imersiva Internacional integra um conjunto de iniciativas da UFPA voltadas à ampliação da cooperação acadêmica e científica com instituições estrangeiras. Por meio da Pró-Reitoria de Relações Internacionais (Prointer), a Universidade mantém acordos e desenvolve projetos de colaboração com instituições de diferentes países, ampliando as oportunidades de intercâmbio, pesquisa conjunta e formação acadêmica. Essa estratégia de internacionalização também se fortalece com a participação da UFPA no Programa CAPES Global.edu. A aprovação da Universidade no edital do programa assegura R$ 60 milhões para investimentos, ao longo dos próximos cinco anos, em ações voltadas ao fortalecimento da pós-graduação e da pesquisa. Os recursos serão destinados ao financiamento de bolsas de mobilidade acadêmica, missões de trabalho internacionais e projetos colaborativos de alta complexidade. A iniciativa amplia as possibilidades de inserção de pesquisadores e estudantes da UFPA em redes internacionais de pesquisa e fortalece a participação da Universidade em projetos desenvolvidos em parceria com instituições estrangeiras. “A internacionalização da UFPA no âmbito do CAPES Global.edu não se resume à mobilidade acadêmica tradicional, mas representa uma mudança de paradigma. Ao construirmos pontes diretas com instituições de excelência da Europa, das Américas e da África, estamos colocando a Amazônia não apenas como objeto de estudo, mas também como protagonista da pesquisa científica”, afirmou o reitor Gilmar Pereira da Silva. Esta reportagem foi publicada originalmente no Portal da UFPA. Acesse-a neste link. Texto: Felipe Melo (Ascom/Reitoria) Fotos: Heloisa Torres (Ascom/Reitoria)

Pesquisadores da UFPA participam de seminário interdisciplinar na Universidade de Yale, nos EUA

Quatro pesquisadores da Universidade Federal do Pará (UFPA) participaram, em setembro, de um seminário interdisciplinar promovido pela Universidade de Yale, nos Estados Unidos, em parceria com a Comissão Fulbright no Brasil. A atividade reuniu docentes e candidatos a doutorado de universidades brasileiras para discutir aspectos históricos, políticos e contemporâneos da Declaração de Independência dos Estados Unidos e ampliar as possibilidades de intercâmbio e cooperação acadêmica. Realizado no âmbito das comemorações dos 250 anos da Declaração de Independência dos Estados Unidos, o seminário contou com a participação de docentes e candidatos a doutorado de instituições brasileiras. Entre as universidades representadas estiveram a UFPA, a Universidade Federal da Bahia (UFBA), a Universidade de Brasília (UnB), a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Durante a programação, os participantes tiveram contato com professores de Yale em sessões que abordaram a Declaração de Independência a partir de diferentes perspectivas, incluindo História, Direito e Ciência Política. A agenda também contou com conferências, visitas ao campus e espaços culturais da universidade, como a Biblioteca de Livros e Manuscritos Raros Beinecke e a Galeria de Arte da Universidade de Yale. Para Jonadson Souza, doutorando da UFPA, a experiência possibilitou uma intensa troca acadêmica e contribuiu para ampliar sua perspectiva sobre a pesquisa e a mobilidade internacional. “Conhecemos professores de várias áreas e tivemos muita troca com essas pessoas, e isso interfere na nossa maneira de observar o mundo e até de reformular o que nós buscamos enquanto pesquisadores”, relata. A experiência também permitiu aos participantes estabelecer contatos com pesquisadores de Yale. Jonadson relata que conseguiu conversar individualmente com o professor William Eskridge, da Yale Law School, que desenvolve pesquisas relacionadas a gênero e direitos humanos. Para o pesquisador da UFPA, o contato abriu possibilidades de futuras articulações acadêmicas e de continuidade do intercâmbio com a instituição norte-americana. Para João Vitor Moura, também doutorando da UFPA, a participação no seminário foi marcada não apenas pelo contato com pesquisadores de Yale, mas também pela diversidade de pesquisadores e instituições presentes na programação. Segundo ele, a proposta possibilitou a aproximação entre estudantes de diferentes regiões do Brasil e de distintas áreas das Ciências Sociais. Um dos momentos de maior relevância para o pesquisador foi a possibilidade de buscar professores de Yale cujas pesquisas apresentassem relação com suas próprias áreas de investigação. “Nós mandamos e-mails para professores de cada uma das nossas áreas específicas de pesquisa e tivemos encontros individuais com esses professores, que são referências em suas áreas e em seus tópicos de pesquisa e que têm impacto direto naquilo que desenvolvemos no doutorado”, explica. Além de Jonadson Souza e João Vitor Moura, participaram da atividade Jorge Alberto Mendes Serejo e Letícia Yumi Marques. Os quatro pesquisadores são doutorandos do Programa de Pós-Graduação em Direito (PPGD) e integraram a delegação da UFPA em Yale. Cooperação institucional A participação da UFPA no seminário também foi acompanhada por uma agenda institucional voltada ao fortalecimento das relações entre a Universidade e Yale. O professor Edmar Costa, coordenador das ações da Fulbright na UFPA, participou da seleção dos estudantes da Universidade e esteve em Yale como representante da universidade. Além da programação oficial do seminário, Edmar participou de uma reunião com dirigentes e pesquisadores de Yale responsáveis pelas relações internacionais. Na ocasião, apresentou a UFPA e discutiu possibilidades de estabelecer cooperações com reciprocidade entre as duas universidades, envolvendo atividades conjuntas, workshops, seminários e visitas de campo. Segundo o professor, a reunião teve como desdobramento a continuidade das conversas entre as instituições. Entre as possibilidades em discussão está a realização de uma atividade de campo no Pará, com participação de pesquisadores da Yale School of the Environment, inicialmente prevista para março de 2027. A proposta poderá envolver atividades em Belém e Santarém e ainda está em fase de articulação institucional. A participação no seminário integra as ações da Fulbright Interdisciplinary Network (FIN), rede da qual fazem parte seis universidades brasileiras. Na UFPA, as ações da Fulbright são coordenadas por Edmar, que participou, juntamente com a assessora de Internacionalização da Pró-Reitoria de Relações Internacionais, professora Natália Bentes, do processo de seleção dos estudantes enviados para a atividade.

UQ oferece bolsas para pós-graduação em pesquisa na Austrália

A University of Queensland (UQ), na Austrália, está com inscrições abertas para as Graduate Research School Scholarships (UQGRSS), que incluem o Research Training Program (RTP). As bolsas são destinadas a estudantes internacionais interessados em realizar pós-graduação voltada à pesquisa em diferentes áreas do conhecimento. Para a atual rodada internacional, as candidaturas podem ser submetidas até 19 de outubro de 2026. As bolsas contemplam estudantes interessados em cursar Doctor of Philosophy (PhD), Master of Philosophy (MPhil) ou doutorado profissional com foco em pesquisa na UQ. A universidade informa que a oportunidade está disponível para todas as áreas de estudo. Entre os benefícios está um auxílio de AUD 39.220 por ano, valor de referência para 2026, isento de impostos e sujeito a reajuste anual. Para estudantes internacionais, a bolsa também inclui seguro de saúde para estudante estrangeiro (OSHC) e cobertura das taxas de tuition, conforme as condições do programa. A duração prevista do financiamento é de até 3 anos e meio, com possibilidade de uma extensão, de acordo com as políticas da UQ e do Research Training Program. Para concorrer, o candidato precisa atender aos requisitos de admissão no programa de pós-graduação escolhido e ser indicado por uma escola ou instituto da University of Queensland. Antes da candidatura, é necessário identificar um supervisor cuja experiência seja compatível com o projeto de pesquisa proposto. A candidatura à bolsa não é feita por meio de um formulário separado. O interessado deve apresentar uma Expression of Interest (EOI) para o programa de pós-graduação escolhido e indicar que deseja ser considerado para a bolsa na seção correspondente. A seleção considera aspectos como desempenho acadêmico, capacidade de pesquisa, qualidade do projeto proposto, ambiente de pesquisa e experiência da equipe de orientação. Serviço Oportunidade: Graduate Research School Scholarships (UQGRSS) – inclui Research Training Program (RTP)Realização: University of Queensland (UQ)Público: Candidatos internacionais interessados em programas de pós-graduação voltados à pesquisaNíveis: PhD, Master of Philosophy (MPhil) e doutorado profissional com foco em pesquisaÁreas: Todas as áreas do conhecimentoDuração: Até 3 anos e meio, com possibilidade de uma extensão conforme as regras do programaPrazo: 19 de outubro de 2026 Acesse aqui a página oficial do programa e confira as informações para a inscrição. 

PILA 2027.1 abre inscrições para intercâmbio virtual

A Pró-Reitoria de Relações Internacionais (Prointer) da Universidade Federal do Pará (UFPA) informa que estão abertas as inscrições para a chamada 2027.1 do Programa de Intercâmbio Acadêmico Latino-Americano (PILA) Virtual. A oportunidade é destinada a estudantes de graduação e pós-graduação stricto sensu da Universidade que tenham concluído pelo menos 20% do curso. A chamada disponibiliza vagas em diferentes áreas do conhecimento nas instituições de ensino superior participantes do PILA. Para conhecer as opções disponíveis, os estudantes devem consultar as vagas referentes à chamada 2027.1 e utilizar o guia do estudante do programa para buscar as ofertas nas universidades participantes. O processo seletivo será realizado pela universidade parceira escolhida pelo candidato, de acordo com as regras da convocatória do PILA Virtual 2027.1. Antes da candidatura, é necessário verificar informações como ementa e horário da disciplina e consultar a faculdade de origem sobre a possibilidade de aproveitamento da atividade no histórico escolar. A responsabilidade pela análise e pelo aproveitamento da disciplina é da unidade acadêmica de origem. Para participar, o estudante deverá seguir as etapas previstas na chamada. Primeiro, deve acessar o sistema de ofertas do PILA Virtual e buscar disciplinas de seu interesse em uma das universidades participantes do programa. Em seguida, é necessário consultar informações sobre a ementa, o horário e as possibilidades de aproveitamento da disciplina no curso de origem, por meio do próprio sistema ou do site da instituição escolhida. Depois, o candidato deverá preencher o documento “Formulario de inscripción de estudiantes”. Na sequência, deverá reunir em um único arquivo PDF o comprovante de matrícula do mês corrente, o histórico escolar, o plano de estudos, o CPF e o RG. A documentação deverá ser enviada à Prointer por meio de formulário eletrônico entre os dias 2 e 23 de outubro de 2026. O envio dentro do prazo é necessário para que a candidatura possa ser encaminhada à universidade escolhida. Após o envio da documentação, o candidato deverá aguardar a análise e o processo de seleção da instituição parceira. Os estudantes selecionados receberão a carta de aceite da universidade escolhida, conforme o cronograma estabelecido pelo programa e eventuais prorrogações oficiais. Serviço Oportunidade: PILA Virtual 2027.1Público: estudantes de graduação e pós-graduação stricto sensu da UFPA que tenham concluído pelo menos 20% do cursoModalidade: intercâmbio virtualInscrições: 2 a 23 de outubro de 2026Realização: Programa de Intercâmbio Acadêmico Latino-Americano (PILA)Prazo: 23 de outubro de 2026 Para mais informações acesse o site do Programa PILA, ou entre em contato pelo e-mail programas.mai@ufpa.br. Acesse aqui  a convocatória do programa. Acesse aqui o plano de estudos.  Acesse aqui o formulário de inscripción de estudiantes.  Acesse aqui para consultar as vagas ofertadas para a chamada de 2027.1. Acesse aqui o formulário eletrônico de inscrições para o programa. Acesse aqui o guia do estudante.

Connect Amazônia 2026 oferece financiamento para pesquisadores do Pará desenvolverem projetos sobre a Amazônia

O University of Birmingham Brazil Institute (UBBI), da University of Birmingham, em parceria com a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas do Pará (FAPESPA), está com inscrições abertas para o Connect Amazônia 2026, fundo de colaboração voltado ao desenvolvimento de pesquisas e iniciativas de inovação relacionadas aos desafios e às oportunidades da Amazônia. A chamada é destinada a pesquisadores vinculados a instituições científicas, tecnológicas e de inovação localizadas no Pará, em parceria com pesquisadores da University of Birmingham. As propostas podem ser submetidas até 26 de outubro de 2026. Em sua segunda fase, o programa busca fortalecer parcerias de longo prazo entre instituições do Pará e do Reino Unido, com projetos capazes de contribuir para o desenvolvimento sustentável da região. A iniciativa está alinhada à visão da BioAmazon Valley, que propõe transformar conhecimentos científicos, biodiversidade e conhecimentos tradicionais da Amazônia em produtos, serviços, tecnologias e oportunidades econômicas sustentáveis, com benefícios para as comunidades locais e conservação dos ecossistemas. As propostas devem estar relacionadas a pelo menos uma das áreas prioritárias do programa: saúde e medicina; biocosméticos; sistemas alimentares e agricultura sustentável; energia e sustentabilidade; materiais têxteis avançados; alta tecnologia e materiais avançados; ciências ômicas (Amazomics); ou design e biomimética. Os projetos também devem considerar, quando pertinente, aspectos como criação de valor sustentável a partir da biodiversidade amazônica, fortalecimento da capacidade local, participação de comunidades indígenas e tradicionais e geração de impactos ambientais, sociais e econômicos positivos. O fundo prevê aproximadamente £ 50 mil para apoiar até quatro projetos colaborativos. Cada proposta selecionada poderá receber até £ 12,5 mil, com os recursos divididos igualmente entre UBBI e FAPESPA. O financiamento poderá contemplar despesas diretamente relacionadas à pesquisa, mobilidade e viagens entre Brasil e Reino Unido, workshops, atividades de networking e articulação com diferentes setores, materiais de pesquisa, capacitações e outros custos devidamente justificados. Para participar, o pesquisador responsável no Pará deve ser brasileiro ou estrangeiro legalmente residente no Brasil e morar no estado do Pará, possuir título de doutorado e manter vínculo com uma instituição pública ou privada sem fins lucrativos de ciência, tecnologia e inovação sediada no estado durante o período do projeto. Também é necessário desenvolver atividades de ciência, tecnologia e inovação na instituição, manter o currículo Lattes e o cadastro na plataforma da FAPESPA atualizados e possuir proficiência em inglês compatível com a colaboração internacional. As propostas devem ser desenvolvidas em conjunto com um pesquisador da University of Birmingham, que também atuará como pesquisador principal. Podem integrar as equipes professores, estudantes de doutorado e pesquisadores de pós-doutorado, embora os pesquisadores de pós-doutorado não sejam elegíveis para receber financiamento individual. A chamada está aberta a todas as áreas acadêmicas, permitindo projetos disciplinares ou interdisciplinares. A proposta deve ser elaborada em inglês, utilizando exclusivamente o formulário oficial do Connect Amazônia 2026. Entre as informações exigidas estão identificação dos pesquisadores responsáveis no Pará e em Birmingham, resumo do projeto, objetivos, metodologia, resultados esperados, composição da equipe, plano de trabalho, cronograma, orçamento detalhado e estratégia para continuidade da colaboração. Também é necessária a aprovação institucional da instituição sediada no Pará. Serviço Oportunidade: Connect Amazonia 2026 – UBBI-FAPESPA Collaboration FundRealização: University of Birmingham Brazil Institute (UBBI) e Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas do Pará (FAPESPA)Público: Pesquisadores com doutorado vinculados a instituições científicas, tecnológicas e de inovação sediadas no Pará, em parceria com pesquisadores da University of BirminghamÁreas: Saúde e medicina; biocosméticos; sistemas alimentares e agricultura sustentável; energia e sustentabilidade; materiais têxteis avançados; alta tecnologia e materiais avançados; ciências ômicas; design e biomiméticaPrazo: 26 de outubro de 2026 Acesse aqui a chamada completa e confira os requisitos para submissão.

Nestlé Campus Challenge 2026 abre inscrições para estudantes de graduação

A Nestlé está com inscrições abertas para o Nestlé Campus Challenge 2026, programa de inovação aberta voltado a estudantes de graduação de instituições de ensino reconhecidas pelo Ministério da Educação (MEC), de todo o Brasil. A iniciativa propõe que os participantes desenvolvam soluções para o desafio “Como tornar o café gelado a próxima obsessão cultural da Geração Z no Brasil?”. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até 9 de outubro de 2026, às 18h. Podem participar estudantes de graduação com idade entre 18 e 29 anos, residentes e domiciliados no Brasil. Os participantes devem formar equipes de 5 a 10 integrantes, sendo necessária a indicação de uma pessoa capitã, responsável pela submissão da proposta. O programa conta com duas trilhas de participação: Empresa Júnior e Público Geral. Estudantes de cursos técnicos e de pós-graduação não são elegíveis. O desafio busca estimular propostas inovadoras relacionadas ao consumo de café gelado entre a Geração Z. As equipes poderão desenvolver ideias relacionadas a temas como rotina e recorrência, cultura e conexão, identidade e embalagem, além de acesso e ativação. A organização também destaca a possibilidade de desenvolvimento de competências em áreas como negócios, design, marketing, tecnologia e dados e insights. A participação ocorre em diferentes etapas. Após o período de inscrições, serão selecionadas 50 equipes, que participarão de atividades de desenvolvimento, incluindo webinars, workshops e mentorias. Na sequência, as equipes deverão apresentar um Business Case, etapa que antecede a seleção das 10 equipes finalistas, prevista para 18 de novembro. O programa será encerrado com um Pitch Day presencial, marcado para 3 de dezembro de 2026. A premiação será distribuída entre as duas trilhas do programa. Em cada uma delas, a equipe vencedora terá um integrante contemplado com viagem à Suíça, com passagens e hospedagem inclusas, além de R$ 10 mil para a equipe. O segundo lugar terá direito a viagem à Suíça para um integrante e R$ 5 mil para a equipe, enquanto o terceiro lugar receberá R$ 3 mil. Para participar, cada estudante deve realizar sua inscrição individualmente, utilizando um e-mail pessoal. Depois, os integrantes devem formar uma equipe com 5 a 10 participantes inscritos e escolher uma pessoa capitã, que será responsável pelo envio da proposta. A inscrição e a participação no programa são gratuitas. Serviço Oportunidade: Nestlé Campus Challenge 2026Público: Estudantes de graduação, de 18 a 29 anos, matriculados em instituições reconhecidas pelo MECModalidade: Equipes de 5 a 10 integrantesPrazo: 9 de outubro de 2026, às 18h Acesse aqui a página oficial e confira as informações para a inscrição. 

Max Weber Fellowship recebe inscrições para pós-doutorado na Itália

O European University Institute (EUI), na Itália, está com inscrições abertas para o Max Weber Fellowship 2027–2028, programa de pós-doutorado destinado a pesquisadores de qualquer nacionalidade. A oportunidade contempla áreas das Ciências Sociais e Humanidades e oferece bolsa mensal de € 2.500, além de benefícios relacionados à pesquisa e à mobilidade. As inscrições seguem até 16 de outubro de 2026. O programa será realizado presencialmente no campus do EUI, em Florença, com início previsto para 1º de setembro de 2027. A duração da fellowship pode ser de 12 ou 24 meses, conforme a unidade acadêmica de acolhimento. Podem se candidatar pesquisadores que tenham concluído o doutorado nos cinco anos anteriores ao início do programa. Para a edição 2027–2028, são considerados os candidatos que obtiveram ou obterão o título de doutor dentro do período estabelecido pelo EUI para esta chamada. A fellowship contempla pesquisas nas áreas de Economia, História, Direito, Ciências Políticas e Sociais, além de projetos vinculados ao Robert Schuman Centre for Advanced Studies e à Florence School of Transnational Governance. Entre os benefícios estão a bolsa mensal de € 2.500, seguro de saúde, recursos destinados a atividades de pesquisa e missões acadêmicas e auxílio para viagens de ida e volta, conforme as condições estabelecidas pelo programa. Para a candidatura, os interessados devem apresentar documentos como currículo acadêmico com publicações, declaração de trajetória acadêmica, projeto de pesquisa, documento de identificação e referências acadêmicas. Também é necessário atender aos requisitos de proficiência em inglês estabelecidos pelo EUI. A candidatura é aberta a pesquisadores de qualquer nacionalidade, o que permite a participação de pesquisadores brasileiros. Serviço Oportunidade: Max Weber Fellowship 2027–2028Realização: European University Institute (EUI)Público: Pesquisadores de qualquer nacionalidade que atendam aos critérios acadêmicos do programaDuração: 12 ou 24 meses, conforme a unidade acadêmicaPrazo: 16 de outubro de 2026, às 9h (horário de Brasília) Acesse aqui a página oficial do programa e confira as informações para a inscrição.

UFPA e Justiça Federal discutem implementação de decisões internacionais de direitos humanos

A Universidade Federal do Pará (UFPA), em parceria com a Seção Judiciária do Pará, realizou, nos dias 28 e 29 de setembro de 2026, o evento “Direito Internacional dos Direitos Humanos e a Unidade de Monitoramento do Sistema Interamericano: a Implementação das Decisões Internacionais no Âmbito da Justiça Federal”. A programação ocorreu no auditório do edifício-sede da Seção Judiciária do Pará, em Belém, e reuniu estudantes, professores, servidores, magistrados e demais profissionais do sistema de Justiça para discutir a implementação das decisões internacionais de direitos humanos no Brasil.  A iniciativa foi promovida pelo grupo de pesquisa de Direito Internacional e Constitucional da Proteção (DICP), pela Seção Judiciária do Pará e pela UFPA, com o objetivo de aproximar a produção acadêmica da prática jurídica e fortalecer o diálogo entre a Universidade e o Poder Judiciário. Durante os dois dias de programação, foram abordados temas relacionados ao funcionamento do Sistema Interamericano de Direitos Humanos, às políticas judiciárias instituídas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e à atuação da Justiça Federal na efetivação dos compromissos internacionais assumidos pelo Estado brasileiro. De acordo com a assessora de Internacionalização da Prointer, professora Natália Bentes, um dos principais objetivos da iniciativa foi contribuir para a formação prática dos participantes, possibilitando que o conhecimento sobre o Direito Internacional dos Direitos Humanos seja aplicado na análise e na solução de situações concretas. Para Natália, esse processo ultrapassa ações relacionadas à mobilidade acadêmica e à celebração de acordos internacionais, envolvendo também a incorporação de perspectivas, normas, decisões e práticas internacionais às atividades de ensino, pesquisa e extensão. A aproximação entre a UFPA e as instituições do sistema de Justiça também abre possibilidades para o desenvolvimento de novas ações conjuntas. “A partir dessa aproximação, poderão ser desenvolvidas novas ações de ensino, pesquisa e extensão, incluindo capacitações, estudos de casos, projetos acadêmicos, produção científica, atividades de extensão e outras iniciativas relacionadas à implementação nacional das decisões e recomendações internacionais de direitos humanos”, destaca a professora. A diversidade de participantes também foi apontada como um elemento importante para o desenvolvimento das discussões. A presença de estudantes, professores, servidores, magistrados e outros profissionais permitiu o contato entre diferentes perspectivas sobre os desafios relacionados à aplicação dos parâmetros internacionais de direitos humanos no contexto brasileiro. A iniciativa também apresenta uma dimensão de responsabilidade social e extensão universitária, ao criar possibilidades para que a produção acadêmica contribua para a análise de demandas concretas relacionadas aos direitos humanos. A expectativa é que futuras ações de cooperação possam ampliar os espaços de formação prática e de discussão de situações reais, observados os limites institucionais e profissionais aplicáveis. Outro possível desdobramento está relacionado ao fortalecimento das atividades da Unidade de Monitoramento e Fiscalização das Decisões do Sistema Interamericano de Direitos Humanos no âmbito da Justiça Federal, especialmente por meio da formação de magistrados e servidores para a compreensão, aplicação e acompanhamento da implementação das decisões internacionais.

Rua Augusto Corrêa, 01 – Bairro Guamá – CEP 66075-110
Belém – Pará – Amazônia – Brasil